IVAN
Por Renan Prates
Colaboração de Paulo Barrinuevo Jr. - União Rondonópolis
Foto: Assessoria União Rondonópolis
|
1 - Qual sua primeira lembrança quando se menciona PSTC?
Dos amigos que tenho e que fiz através daí, de tudo que aprendi e carrego comigo todos os dias. E vem em minha cabeça a frase que lia todos as manhãs quando ia treinar: “o atleta tem vida curta, mas o homem é para sempre...”.
2 - O que o Clube representou pra você?
A formação de um atleta profissional e de um homem também. Pois somos cobrados a todo instante, dentro e fora de campo.
3 - Tem algum jogo que considera inesquecível na sua carreira?
Hoje digo que sem dúvida foi o jogo de quarta-feira passada, 16/02, União 2x2 Vasco. Até porque todos colocavam em dúvida a nossa qualidade.
4 - Qual foi seu gol mais bonito?
Tenho alguns pelo Independente de Limeira, que gosto bastante, esses na maioria foram chutes de longa distância, e tem um no Atlético-PR contra a Portuguesa Londrinense que também gosto bastante pela semelhança com o gol do Carlos Alberto Torres pela seleção brasileira na final da copa de 70.
5 - Qual seu sonho como atleta?
Quero jogar um brasileiro da 1º divisão, mas também quero poder acordar todos os dias e treinar com prazer, feliz, satisfeito.
6 - Jogar na Ferroviária, um time de menor expressão teve mais fatores positivos ou negativos?
Positivos: aprendi a controlar mais minhas atitudes, as dificuldades e que também que o futebol não é só feito de coisas boas e pessoas honestas.
7 - Como chegou à Croácia?
Através de um amigo que conheci em Cambé.
8 - Quando foi jogar na Croácia, quais foram suas principais dificuldades?
O futebol é uma dificuldade do Brasileiro, bem mais rápido e forte, mas talvez a maior dificuldade seja estar longe do seu país, mas aí você tem que aproveitar para conhecer outras culturas, pessoas diferentes e lugares lindíssimos também.
9 - Hoje, se surgisse proposta de clubes de fora, iria novamente?
Se a proposta valesse a pena com certeza iria.
10 - Em 2004, o Atlético-PR foi para o Rio precisando ganhar do Vasco. Sabendo disso, a torcida Vascaína criou um verdadeiro clima de guerra para “receber” os Paranaenses. No dia 20 de março vocês têm o jogo decisivo da Copa do Brasil, vão enfrentar o Vasco em São Januário, até que ponto isso os assusta?
Nós jogadores temos que ter em mente só o jogo, fora de campo temos pessoas responsáveis para nos dar as condições de só pensarmos no jogo. A torcida apóia, ajuda, mas não entra em campo. Lá dentro somos 11 contra 11.
11 - O União Rondonópolis tem como principal financiador o grupo Maggi, coordenado pelo governador do estado do Mato Grosso, é esse o motivo principal pelo bom momento da equipe?
Isso ajuda e muito, aqui sabemos que todos os nossos compromissos serão honrados, então vamos a campo para os treinos tranqüilos e isso se reflete nos jogos, além da euquipe de profissionais que trabalham ao nosso lado....tudo tem que estar em harmonia.
12 - Qual recado mandaria para os jovens que hoje estão aqui no PSTC?
Que a vida de jogador não é fácil, é dura e requer dedicação máxima todos os dias, mas que no final a recompensa é muito grande.
UM GRANDE ABRAÇO.
VALEU PSTC
Ivan